On Urb

Retomando o que eu estava a dizer…

4 04UTC Agosto 04UTC 2009 · Deixe um comentário

Depois de uma longa ausência, propositada diga-se, volto para continuar a fazer o que estava a fazer antes de me “calar” temporariamente… ou seja, NADA!

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O Verão está aí… praia, férias, turistas, emigrantes, programas de “pura” animação em todos os canais que correm, textos humorísticos sobre os tópicos anteriores, o desagrado quando a meteorologia nos diz “céu pouco nublado que evoluirá para chuva fraca ou moderada durante o período da tarde”, o Iran Costa, a Volta a Portugal em Bicicleta, Gripe A… enfim… é só escolher qual o tema que preferimos e falar dele…

Eu, pelo meu lado, não vou entrar por estes eventos que ainda vão acontecer… mas vou fazer um rescaldo do que já foi (comigo, claro)… Neste período de ausência foram várias as minhas experiências.. e agora quero partilhar convosco. aquela que se calhar mais me marcou… não fosse o escaldão já o ter feito!

Tive de férias e, quando precisei, demorei 2 horas à procura de uma farmácia… Nós em Viseu temos uma farmácia de Reforço (aberta até as 22h) e uma permanente (em escala rotativa durante o mês)… ora bem, é bom descobrir que somos mesmo um país de variedades… Há locais onde realmente há uma farmácia de “reforço”… mas o significado é um pouco diferente… é preciso chamar “reforço” policial para que nos abram a porta, após 10km de viagem (por esta ser a mais próxima)… Imaginemos o seguinte: “Sr guarda precisava que me acompanhasse à farmácia para comprar um preservativo”… lol… isto sim é sexo seguro!!! Não foi o meu caso… a minha namorada apanhou um escaldão e fomos comprar um creme (não deixava de ser caricato, perguntar ao agente que achava da pele da minha namorada!!)

Bem, mas não satisfeito com a questão policial… porque ainda era multado por estacionar mal o carro para ir comprar o dito creme… procurámos na escala qual a farmácia de serviço permanente… dizia lá o nome… e a morada???? Falamos de uma zona que abrangia tres vilas num raio de 30km… toca a percorrer tudo o que era estrada nacional e parar em cada uma das farmácias na esperança de dizer”esta é que é a de serviço”… o erro era tão comum, como as farmácias desse país fora se chamarem todas da mesma maneira: NENHUMA DIZIA A MORADA… até encontrarmos a penúltima.. uma morada em letras minúsculas…

A odisseia ainda não tinha terminado… como não podia deixar de ser… era a última de todas aquelas terras… a farmácia mais longe, na rua mais escura, de acesso mais difícil, com obras em todas as margens… e com os clientes mais demorados….

A sentir-me o mais exausto dos homens… entro na farmácia e espero mais uns minutos… à minha frente mais dois “escaldados” à espera do creme deles… de repente um deles diz ao farmacêutico ” é pá, duas horas a procura desta farmácia, corremos todas e só numa vimos a morada”… descobri que aquela jornada tinha um significado mais profundo que o que inicialmente parecia ter… mas também, não pensei mais no assunto, comprei a porcaria do creme (logo 2 para não ter de voltar a correr tudo).. meti-me no carro… e 15 minutos depois estava em casa!!!

Pois é… na vida há coisas que apesar de parecerem simples… não o são quando não estamos no nosso elemento!!!

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Isso não é comigo…

26 26UTC Maio 26UTC 2009 · Deixe um comentário

not_my_job

 

Ternmino o dia com uma frase tipicamente portuguesa… Uma frase que vem no seguimento do post anterior, poderá ou não fazer sentido… mas se não fizer…

 

ISSO NÃO É COMIGO!!!!

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Não é o post “feel good” do ano…

26 26UTC Maio 26UTC 2009 · 1 Comentário

Se a “crise” aí está… então se calhar não devias estar a ler este post…. é uma perda de tempo. Não te vai fazer sentir bem, não traz qualquer esperança associada, não te mostra um mundo cor de rosa e de felicidade sem limites… mas também não mostra mágoa ou tristeza… Não mostra como enriquecer, nem como elevar essa tua auto-estima (que a mim tanto me faz se está em cima ou em baixo – isso cabe-te a ti resolver)…

Este não é o post feel good do ano… nem sequer da semana, nem sequer do minuto… é o único post que, neste dia de sol, quero que não leias… Não te limites a olhar lá para fora… VAI!!!!

Ah, e se te queres sentir bem… ri-te com este gato… que mais não fez do que fechar os olhos quando o flash disparou!!!

cat-smile

PS: Não estou com raiva, nem melancólico, nem sequer incomodado… apenas não quero mais um post “feel good”

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A adrenalina do momento…

22 22UTC Maio 22UTC 2009 · 3 Comentários

Para quem me conhece (e até só para quem me vê de vez em quando) sabe que faço parte de uma tuna académica – Viriatuna – Tuna Académica da Escola Superior de Saúde de Viseu – e, ontem, actuámos no Festival D’Arte Voz organizado pela Associação de Estudantes da escola Superior Agrária de Viseu.

Nos momentos que antecediam a tão esperada subida a palco, comecei a pensar naquela adrenalina daqueles segundos que mais parecem horas. São breves momentos em que sentimos as mãos (e não só) a transpirar, as pernas tremem, os olhares cruzam-se evitando-se logo a seguir… ensaios de última hora… de vez em quando, uma piada para aligeirar o momento seguido de um silêncio nada estranho, mas até reconfortante.. e, novamente, uma piada… chamadas de atenção para este ou aquele pormenor que não saiu tão bem no ensaio geral e palavras de conforto para quem vai, pela primeira vez, fazer algo importante.

“Não se preocupem” “Sabemos o que fazer”… e sabemos… mas naquele momento colocamos em causa tudo o que sabemos… representamos uma ideia, uma escola, uma academia .. uma cidade… representamo-nos a nós próprios para os nossos amigos e familiares… e, pior, para anónimos cuja opinião é sempre importante.

Os anos de experiência chocam com o fervor da primeira vez em palco… não sei o que será pior… saber o que pode correr mal ou então simplesmente não saber sequer o que encontrar… Esta consciência consome um pouco de nós mas, também, temos a noção do que pode correr bem e é isso que procuramos relembrar…

Sussurramos e libertamos algumas gargalhadas estridentes.. seguidos de um shhhh porque alguém está lá em cima ou ao lado no palco actuar… mas continuamos a falar e a rir baixinho.

O momento de entrada está para breve… e nós sabemos isso… Não temos noção do tempo que falta, nem do tempo que passou… apenas sabemos que parece uma eternidade.

De repente ouve-se um “Malta vamos subir”… A adrenalina dispara… o nervosismo aumenta… a cortina abre… e a partir desse instante não há volta a dar… e então é só libertar o trabalho realizado ao longo de semanas a fio… descomprimir ao longo de 30-40-50 minutos… Tudo parece terminar num instante…. mais rápido que aqueles instantes “lá atrás”!!!!

Lá em cima.. no palco, realmente há muito trabalho… mas o melhor de tudo… é que é divertido!!!!

E, relativamente ao festival de ontem… ganhámos!

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Um reparo… e uma intro para a tão pedida história das vacas loucas!

19 19UTC Maio 19UTC 2009 · 1 Comentário

vaca

Ia de carro “a mais” a minha namorada a caminho da casa da sogrinha para um belo almoço de domingo quando do nada ouço um surpreendente “AHHHH…. que giro!” (sem qualquer histeria associada, entenda-se) . Após perguntar “O que foi?!” , pensando que se passava algo de grave…a resposta que veio do outro lado foi um surpreendente: “Estavam ali umas vacas deitadas, e levantaram a cabeça todas ao mesmo tempo! Parecia sincronizado!!!”

Esta frase de tão simples que foi, abriu uma série de novas questões:

1 – “Porque é que sempre que passo por um campo com vacas, elas estão sempre de pé?”

2 – “Será que se, porventura, uma delas se deita se deitam todas?”

3 – “Será que, quando deitadas, elas iniciam um processo autómato de elevação, ficando de volta a posição natural, como se de um reset global se tratasse?”

A discussão centrou-se à volta disto até chegarmos ao almoço… depois basicamente comemos e jogámos ténis!!!

Em breve, a história das vacas loucas… a tão pedida (por uma pessoa, a Lena) história das vacas loucas… com uma surpreendente nova reviravolta envolvendo a posição natural das vacas!

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Um show que sim senhor… Um reflexo da vida real?

19 19UTC Maio 19UTC 2009 · Deixe um comentário

Mais um fim de semana que passou e, apesar de um sábado passado em acções de formação sobre investigação, o sábado à noite e o domingo de manhã serviram para dar uso a um sofá cada vez mais abandonado pela falta de tempo para apreciar as coisas belas da vida. Mas usar o termo “coisas belas da vida” ganhou um novo significado no sábado à noite.

Mas antes de me alongar em mais uma parvoíce minha de escritos e dizeres, um pouco de história… sobre saltimbancos!!

Muitos anos depois, na Idade Média, lá por volta do século 12, apareceram na Europa companhias de teatro que ia de cidade em cidade. Este teatro já não tinha nada de religioso, e seus atores e atrizes, chamados de saltimbancos, literalmente carregavam a casa nas costas. E não só a casa: os cenários das peças, seus figurinos (as roupas usadas), maquiagem, etc. Eles andavam em carroças, sempre em bandos, chamados trupes, e não tinham morada certa. Eles também representavam peças engraçadas ou dramáticas, como os gregos. Hoje, esse teatro itinerante também é conhecido como teatro mambembe.

Mas não pense que ficar “de galho em galho” era o sonho da vida dos saltimbancos! É que na época em que eles viviam, a Igreja era muito poderosa e implicante, e escolhia o que as pessoas podiam representar, de preferência textos cristãos. E os saltimbancos não queriam saber dessa prisão, pois o negócio deles era usar a criatividade e representar o que bem quisessem.

Perseguidos pela Igreja e sendo tratados como foras-da-lei, os saltimbancos começaram a usar máscaras, para não serem reconhecidos. Uma tradição que descende diretamente dos saltimbancos é o circo, que até hoje anda de cidade em cidade apresentando seus números.

A questão que coloco aqui é sobre os chamados “freakshows” que vemos algumas vezes em algumas série (ou espectáculo de aberrações) onde seres com alguma limitação ou particularidade física exibiam os seus dotes para um público que apreciava estupefacto (fora o acordo ortográfico) … e pagava para ver isso!

Muito ao estilo das Novas Oportunidades mas em versão medieval… Se alguns canais generalistas existissem nessa altura, seriam as chamadas “Histórias de Vida e Coragem”.. chamem-lhes o que quiserem…

Voltando ao cerne deste post, e feito que está o enquadramento da temática, digo apenas um título “Guinness World of Records” que transmite na SIC (salvo erro) aos sábados à noite (ressalvo o erro). Senti-me transportado ao cenário medieval que referi… Um homem que chorava leite, outro que puxava um camião com os cabelos, outro que aguentava 17 minutos debaixo de água sem respirar e a mulher com as pernas mais longas do planeta (1,30m)…

Foi um desfile de tais estranhezas tão orgulhosamente exibidas que de certa forma me comoveu… algo que seria comentado por todos nós de forma algo maldosa (sim, não sejamos cínicos a achar que não reparamos nestas coisas), é exibido com pompa e circunstância por todo o mundo e celebrado com um estrondoso “TENEMOS UN NUEVO GUINESS WORLD RECORD” !!!

Inicialmente, pensei logo nos saltimbancos e nos “freakshows”… mas após algum tempo, pensei melhor naquilo e vi que se podia tirar algo mais… levando a discussão para outro nível de entendimento, ultrapassando a questão do record do guiness (e admitamos que há recordes demasiado ridículos)

Num mundo em que se procura a perfeição física… vemos malta com coragem suficiente para se mostrar bem com o que tem sem se esconder… desfilai corajosos!!!

Sai a pergunta: quem será que é mais “estranho”? quem procura a perfeição ou quem não quer saber dela???

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Incoerências… fraquinhas, fraquinhas!!!

15 15UTC Maio 15UTC 2009 · 1 Comentário

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Em vias de atingir 1 mês de existência (se é que alguém deu conta) resolvi, hoje, sublinhar algumas incoerências entre os meus “escritos” e os meus “fazeres”… Sim, porque isto de se escrever num blog não é nada mais do que treta virtual… ou, também, isto será mais uma (das muitas) incoerências que registarei no 2º “mesversário”?… Bem, não interessa nada.

A minha necessidade (mais do que uma paixão, é emsmo necessidade) de ter um bloco de notas é conhecida.. para escrever músicas, ideias, apontar compromissos e resultados, ou simplesmente para me mostrar intelectual… no entanto, quem me conhece sabe que não posso ter um bloco qualquer com um formato qualquer… uma vez que as vezes que aquilo voa ao chão, para a mala do carro ou fica entalado ou “dobrado” entre instrumentos ou outra tralha é, de alguma forma,impossível de quantificar.

Então, lá fui à procura de um bloco de notas de capa dura , resistente aos meus ataques de raiva e à minha desorganização no carro/casa… e lá comprei o “tal” moleskine que há uns posts atrás referi… Isto é uma grande incoerência tendo em conta o que foi escrito…

São incoerências da vida, muitas vezes influenciadas por factores económicos, sociais e ou, simplesmente, pessoais!!!

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Um mundo à parte… Decoração!

14 14UTC Maio 14UTC 2009 · Deixe um comentário

ikea

No processo de aquisição de um imóvel, no meu caso um apartamento ainda em construção, tornamo-nos maníacos da decoração. Uns verdadeiros especialistas em cores, formas, materiais, electrodomésticos, o que é in o que é out, o que é viável e o que é um suicídio económico e, claro, os locais de compra e respectivas marcas.
Nesta incessante procura (que por vezes chega a ser doentia) pelo objecto perfeito que encaixe naquele local não tão perfeito, um ponto de paragem obrigatório era o IKEA. Num belo sábado a tarde, e cheio de expectativa deste tão falado local, lá fui eu, a minha namorada e o meu padrasto em direcção ao norte para procurar alguns artefactos para o recém adquirido imóvel.

Sou sincero quando digo que nunca tinha ido a uma superfície destas (homem que é homem sabe onde é a FNAC ou a WORTEN)… mas à aventureiro lá me meti eu nestas andanças, até porque é do meu interesse ter uma casa minimamente bem decorada.

Para não em alongar muito, “bonito serviço” pensei eu… aquilo é um labirinto cheio de muitas “coisinhas giras” mas, verdade seja dita, quando pensamos que uma secção vai acabar .. logo começa outra (e isto dura durante 2horas se formos em ritmo de caminhada desportiva)… Produtos para todos os gostos com etiquetas a indicar o local de “carga”… nomes interessantes – realmente eu tinha-me perguntado “que raio é isto?” – a resposta veio rapidamente “Perna regulável BESTA”…disponível em:http://www.ikea.com/pt/pt/catalog/products/80134190

A verdade é que duas horas, 3 cm a mais de perna e 3 velas aromáticas depois… lá encontrei a caixa (sim, porque a única hipótese de saída é mesmo depois de correr tudo – there is no turning back!)…

Aviso à navegação a quem como eu nunca visitou este espaço, antes de pagarem vejam se tem mesmo tudo…

Por coincidência recebi num mail um texto de Ricardo Araújo Pereira que realça outros pontos muito interessantes:


O IKEA vende pilhas de tábuas e molhos de parafusos que, se tudo correr bem e Deus ajudar, depois de algum esforço hão-de transformar-se em móveis baratos. É uma espécie de Lego para adultos. Não digo que os móveis do IKEA não sejam baratos. O que digo é que não são móveis. Na altura em que os compramos, são um puzzle. A questão, portanto, é saber se o IKEA vende móveis baratos ou puzzles caros.
Há dias, comprei no IKEA um móvel chamado Besta. Achei que combinava bem com a minha personalidade. Todo o material de que eu precisava e que tinha de levar até à caixa de pagamento pesava seiscentos quilos. Percebi melhor o nome do móvel. É preciso vir ao IKEA com uma besta de carga para carregar a tralha toda até à registadora. Este é um dos meus conselhos aos clientes do IKEA: não vá para lá sem duas ou três mulas. Eu alombei com a meia tonelada. O que poupei nos móveis, gastei no ortopedista. Neste momento, tenho doze estantes e três hérnias.
É claro que há aspectos positivos: as tábuas já vêm cortadas, o que é melhor do que nada. O IKEA não obriga os clientes a irem para a floresta cortar as árvores, embora por vezes se sinta que não faltará muito para que isso aconteça. Num futuro próximo, é possível que, ao comprar um móvel, o cliente receba um machado, um serrote e um mapa de determinado bosque na Suécia onde o IKEA tem dois ou três carvalhos debaixo de olho que considera terem potencial para se transformarem numa mesa-de-cabeceira engraçada.
Por outro lado, há problemas de solução difícil. Os móveis que comprei chegaram a casa em duas vezes. A equipa que trouxe a primeira parte já não estava lá para montar a segunda, e a equipa que trouxe a segunda recusou-se a mexer no trabalho que tinha sido iniciado pela primeira. Resultado: o cliente pagou dois transportes e duas montagens e ficou com um móvel incompleto. Se fosse um cliente qualquer, eu não me importaria. Mas como sou eu, aborrece–me um bocadinho. Numa loja que vende tudo às peças (que, por acaso, até encaixam bem umas nas outras) acaba por ser irónico que o serviço de transporte não encaixe bem no serviço de montagem. Idiossincrasias do comércio moderno.
Que fazer, então? Cada cliente terá o seu modo de reagir. O meu é este: para a próxima, pago com um cheque todo cortado aos bocadinhos e junto um rolo de fita gomada e um livro de instruções. Entrego metade dos confetti num dia e a outra metade no outro.
E os suecos que montem tudo, se quiserem receber.

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Há coisas estúpidas, não há…?!

13 13UTC Maio 13UTC 2009 · 1 Comentário

fim-de-ferias-revistaNada saberá melhor que uma pausa do trabalho, após semanas a fio daquele ram-ram diário de entra e sai do serviço, resolve isto e aquilo, atende este e aquele… enfim, aquele exercício que, para além de psicológico, massacra fisicamente qualquer pessoa.

No entanto, também admito que não há nada mais estúpido do que estar de férias e, sem lembrar desse tão esperado facto, comparecer no serviço pronto a meter mãos à obra…

Pois é… há gente assim neste mundo louco em que vivemos em que tudo corre a tal velocidade que ainda antes de gozar as férias, já elas passaram.

 

O pior mesmo nestas situações… é a frustração que se sente… apenas mais uma coisa a juntar ao esforço físico e psicológico prévio…

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Inspiração…

6 06UTC Maio 06UTC 2009 · 2 Comentários

Obrigado

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